Concordo que toda profissão exige o máximo de dedicação possível, porém duvido que haja uma profissão que exija mais amor e paixão do que o jornalismo.
Diferente das outras áreas, onde há o estudo de conhecimentos específicos, o jornalismo busca todo e qualquer tipo de conhecimento. E isto é, sem dúvida nenhuma, o grande e maravilhoso desafio deste campo.
Quando comecei o curso, confesso que pouco sabia sobre a área, já que como todos sabem, esta desperta muito interesse graças a seu aparente "glamour". Entretanto, este não foi o motivo pelo qual decidi ingressar no curso de comunicação social, e sim por não saber bem o que queria e, principalmente, por querer tudo ao mesmo tempo. E talvez seja exatamente esta a maior e mais marcante característica do profissional de comunicação.
Acredito, por tudo que tenho observado e vivido durante estes últimos meses, que mesmo com tamanhas dúvidas, a principal e mais poderosa "arma" dos aspirantes a jornalistas é o amor incondicional por esta profissão.
O que mais encanta a todos é o leque de possibilidades que esta é capaz de abrir a quem se dispuser a observar o mundo com a mente e coração abertos, já que esta área lida com todas áreas do saber, sendo capaz, ainda, de nos transformar em seres humanos melhores, realmente voltados para o social.
Ao ler o livro "Jornalismo Cultural", de Daniel Piza, muito me questionei se o jornalismo é um dom e se possuía este dom, principalmente pela frase presente ainda na introdução desta obra...

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O SacerdoteE, por isso, o amor ( que é paixão) faz com que o jornalista não se valorize como deveria. Deixa a razão de lado ($) e segue a vida, como se fosse um sacerdote, salvando almas. Abraço e parabéns pelos textos. Espero ve-la mais vezes no euachoque